
Como emagrecer com obesidade grau 1 ou 2 e comorbidades associadas
Quando hipertensão, diabetes ou apneia entram na conta, a ordem das prioridades do plano alimentar muda.
Textos escritos pela nutricionista Juliana Borges sobre emagrecimento, exames, saúde da mulher e o que realmente acontece dentro de uma consulta.

Quando hipertensão, diabetes ou apneia entram na conta, a ordem das prioridades do plano alimentar muda.

A tireoide lenta muda o cálculo, não o resultado: o que ajustar na alimentação para o peso voltar a responder.

Perder de 5% a 7% do peso já devolve a glicemia ao normal na maioria dos casos. É pouco peso e muito resultado.

O corpo está reconstruindo tecido, e nutriente cortado nessa fase atrasa a cicatriz, não a barriga.

Amamentar gasta energia, mas cortar demais derruba a produção de leite. Existe uma faixa segura, e ela tem número.

A mesma dieta que funcionava aos 35 para de responder aos 50, e a explicação está na perda de massa magra.

Não é falta de disciplina: cada hormônio que muda nessa fase mexe em uma parte diferente do apetite.

Entre o gatilho e o prato existem alguns segundos, e é neles que a dieta é ganha ou perdida.

A comida vira remédio para uma emoção que nunca foi de fome, e é por isso que a força de vontade falha.

A balança que desce rápido demais costuma estar levando músculo junto, e isso cobra caro depois.

Obesidade é doença crônica com múltiplas causas, e o tratamento sério começa reconhecendo isso.

A consulta coberta pelo convênio costuma vir com limite de sessões, e é aí que a comparação fica interessante.

Sem deslocamento e sem sala alugada, a estrutura de custo do atendimento a distância é outra.

Comer menos do que se gasta é simples na teoria e cheio de armadilhas na prática. Aqui estão elas.

A conta que quase ninguém faz é a das tentativas que não deram certo, somadas ao longo dos anos.

Suplemento e medicamento não são a mesma coisa aos olhos da lei, e a fronteira entre eles é bem definida.

Solicitar o exame é permitido, diagnosticar doença não é. A diferença muda o rumo da consulta.

Chegar com perguntas prontas muda a consulta de lugar: você sai com um plano que entende, não só com um papel.

Comer mais funciona só até certo ponto: passando dele, o excedente vira gordura e não músculo.

A lista curta do que tem evidência, e a lista longa do que só encarece o mês sem mudar o espelho.

Do gasto total ao prato do dia, o passo a passo que transforma uma conta de calculadora em rotina possível.

A diferença entre a dieta que você acha na internet e a que funciona está no que acontece depois da primeira semana.

O preço da consulta diz pouco. O que muda a conta é o que vem junto dela nas semanas seguintes.

O intervalo entre retornos não é fixo: ele encolhe no começo e se abre conforme a rotina se firma.

Retorno mensal faz sentido em alguns momentos e vira desperdício em outros. Depende da fase, não do calendário.

A resolução do CFN define até onde vai a prescrição do nutricionista, e a maioria dos profissionais não sabe o limite exato.

A resolução separa dose de suplementação de dose terapêutica, e o número exato surpreende muita gente.

Da hora que você acorda ao que come de madrugada, cada pergunta tem uma razão técnica por trás.

Hemograma, ferritina, vitamina D, perfil lipídico: cada um responde a uma pergunta diferente do plano.
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Os artigos explicam o mecanismo. O plano que cabe na sua rotina sai da avaliação individual.